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1) Soraia Gazal – Intergração Psicocorporal e Cultura de Paz
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2) Mario Américo Neto (neto massagista da seleção)
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3) Alan(CGPO):Apresentação sobre o Lazer
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4) Clube Ipê e Paulistano
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1) Soraia Gazal – Intergração Psicocorporal e Cultura de Paz
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2) Mario Américo Neto (neto massagista da seleção)
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3) Alan(CGPO):Apresentação sobre o Lazer
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4) Clube Ipê e Paulistano
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Meses atrás, tivemos a honra de receber em nossa reunião das 7h um dos promotores mais atuantes no país: José Carlos Blat.
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E vale a pena vê-lo agora à frente desta denúncia contra a Bancoop, Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo, que lesou seus clientes para reforçar o caixa do PT e de alguns petistas ligados à entidade.
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Entre eles, o atual tesoureiro do PT, João Vacari Neto. Outros nomes que estão vindo à tona nas investigações são velhos conhecidos das nossas páginas policiais.
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Entre eles, Freud Godoy, o segurança do Lula nas campanhas e um dos envolvidos na compra de um dossiê falso para incriminar os tucanos em 2006, obra dos chamados Aloprados. Entre 2005 e 2006, Godoy recebeu R$ 1,5 milhão por serviços prestados à Bancoop através de sua empresa de segurança, a Caso.
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Caso de polícia? Na época, foi. Teve até gente presa, mas agora estão todos aí, soltos e ativos.
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Mas, graças a Deus, sob a mira de um procurador tão experiente quanto valente.
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E que vai, entre coisas, se perguntar pelos direitos de pelos menos 400 famílias que, humilhadas e sem a casa pela qual pagaram, movem processo contra a Bancoop.
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Caro leitor. Enquanto o processo avança, faço questão de lembrar a frase de um sociólogo respeitado e um dos fundadores do PT, Francisco de Oliveira.
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Em recente e lúcida entrevista para a Folha de São Paulo, Chico de Oliveira diz que o papel transformador do PT se esgotou e o que ele mais teme agora é que, à imagem e semelhança do peronismo pós-Perón, o PT pós-Lula se torne “uma confederação de gangues”.
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Todos os envolvidos em casos escusos, do Mensalão à Bancoop, estão aí, em plena ação. Vaccari no comando do cofre da campanha do PT, Delúbio Soares discretamente voltando e Zé Dirceu na função de Consultor Geral da República, regiamente pago por consultorias que não exigem relatórios, gráficos e planilhas. Só influência.
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Hoje, Dia da Mulher, boas e sólidas matérias na imprensa sobre o tema. A duas conclusões se chega, naturalmente.
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Uma: as mulheres, onde chegam, contribuem.
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Outra: no esporte, estão chegando, e com tudo.
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Onde chegam, acrescentam. Num belo texto na Folha de São Paulo, o médico Miguel Srougi, mostra como em sociedades mais carentes, 70% do trabalho que sustenta as famílias é tocado pelas mulheres. Como elas se tornam ali o grande e, às vezes, solitário elo a garantir uma vida familiar com um mínimo decente.
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E ainda como elas, se mais educadas, garantem mais do que os homens, uma vida melhor para os filhos. E, quando controlam a grana, investem melhor e desperdiçam menos que os maridos.
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Já o jornal New York Times promete uma série sobre o que chama de “O Fator Feminino”. E dá uma notícia curiosa. Na Noruega, 40% dos conselhos das empresas deve ser composto por mulheres. Há oito anos, quando essa lei foi promulgada, houve reclamações. Deu tão certo que hoje a Espanha e a Holanda querem fazer o mesmo.
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No esporte as mulheres também são cada vez mais presentes e atuantes. Com que firmeza e delicadeza elas transformam sua experiência nas quadras em projetos de vida!
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Não preciso ir muito longe: nossa Rede Olímpica é comandada pela Magic Paula; Ana Moser, do Instituto Esporte e Educação, tem uma parceria revolucionária conosco, em Ermelino Matarazzo; Ida, do vôlei, tem sido nossa companheira em várias frentes, principalmente com as bicicletas, Patrícia Medrado comanda o Clube Escola de Tênis. Até ouso dizer que as mulheres são maioria no meu gabinete.
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Indo mais longe um pouco. No Brasil, o Flamengo é hoje dirigido por uma mulher e Marlene Matheus já comandou o Corinthians. Na Itália, o Roma e o Bologna são presididos por mulheres.
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Nas empresas, nos clubes, na vida pública as mulheres são, pois, cada vez mais atuantes.
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Desde que cheguem aonde chegaram por seus comprovados méritos e currículos reais. Não estou falando de candidatas à presidência escolhidas para, como diz o ministro Tarso Genro, cobrir o vazio que o mensalão deixou no PT.
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O mensalão e agora, em São Paulo, o esquema Bancoop comandado pelo novo tesoureiro do PT, João Vaccari, que a matéria de capa da Veja denuncia por práticas que já consagraram um certo Delúbio Soares.
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Nos jornais de hoje, duas tragédias latino-americanas. No Chile, as seqüelas do terremoto. Em Cuba, mais um prisioneiro político em greve de fome.
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Em sua recente visita à Cuba, Lula lamentou a morte de um outro prisioneiro político, o sapateiro Orlando Zapata, desqualificando seu gesto e garantindo que, se pudesse, teria dissuadido o operário de apelar para esse tipo de coisa.
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Greve de fome é, de fato, um recurso trágico, mas, às vezes, o último que resta e dele se valeram grandes homens em delicados momentos.
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Na sua luta pela libertação da Índia, por 15 vezes Gandhi se valeu da greve de fome contra a opressão inglesa. Em 1989, contra a opressão do governo chinês, 100 mil estudantes e trabalhadores suportaram 46 dias de jejum na Praça Celestial. No fim, foram dispersos e, muitos, mortos pela polícia.
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Mas hoje a Índia é outra, a China é outra.
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Nos anos 80 o próprio Lula arriscou seis dias de greve de fome na prisão. Em 1998, quando os seqüestradores de Abílio Diniz apelaram para uma greve de fome, ele intercedeu por eles junto ao presidente Fernando Henrique, dizendo que “não era saudável para um presidente levar na consciência a morte desses presos”.
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Já em Cuba parece não ter se importado muito com a paz de consciência dos Irmãos Castro, há mais de 50 anos no poder. Posou sorrindo ao lado deles, visitou o porto cubano que está sendo construído com 456 milhões de dólares do nosso BNDES e teve uma noite bastante alegre no famoso restaurante La Bodeguita Del Medio.
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Longe dali, o corpo do sapateiro Orlando Zapata era enterrado em sua terra natal, a 850 quilômetros de Havana, sob forte esquema policial.
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Um assessor de Lula, Marco Aurélio Garcia, disse que não viu nada demais, desrespeito aos direitos humanos existem no mundo inteiro. Lula explicou que não é saudável meter o dedo na política interna de outros países.
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Só que, recentemente, em Honduras, meteu não só o dedo, mas um Zelaya inteiro, com chapéu e tudo, dentro da embaixada. Claro que tudo por amor da democracia e dos direitos humanos.
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Em Cuba, o que faltou? Coragem ou coerência?
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Serviço:
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Corrupção é triste, incompetência é lamentável, mas uma das maiores chagas da vida pública se chama: descontinuidade.
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Quer dizer: quando um novo governo assume e, por arrogância ou pequenez, não leva em conta os bons programas da gestão anterior.
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Por exemplo: os 16 anos de estabilidade econômica com que o Brasil conta hoje é fruto de uma continuidade de políticas inteligentes que começaram com Fernando Henrique, mas poderiam ter começado com outro: o importante foi a continuidade.
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Vamos fazer o mesmo com o esporte?
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Temos tudo para fazer. O Ministério do Esporte está convocando todos os agentes do esporte no país para a III Conferência Nacional do Esporte, da qual há de sair, se Deus quiser, se nós quisermos, uma estratégia nacional inteligente e contínua para um setor tão crucial para o lazer, a saúde, a educação e a cidadania.
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Para que esta Conferência seja produtiva, etapas preparatórias estão sendo realizadas em todos os municípios e estados do Brasil.
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Semana passada, no SESC da Vila Mariana, nossa Secretaria se reuniu para colaborar com idéias - idéias?
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Creio que, mais do que idéias, temos hoje aqui em São Paulo práticas amadurecidas e pioneiras para o fortalecimento do esporte público. Clubes Escola, Virada Esportiva, Corridas de Rua, Ruas de Lazer, ciclovias, ciclofaixas, Campeonatos amadores que têm tudo de profissional, eventos internacionais de futebol feminino, um eficiente Centro Olímpico, Programas de promoção de saúde e prevenção, 645 equipamentos públicos, uma rede olímpica em expansão, avanços em medicina esportiva…
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Sim, acho que temos boas idéias e práticas para o esporte nacional.
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Dia 21, no Anhembi, essa etapa preparatória acontecerá em nível municipal.
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Do grande encontro final em Brasília há de brotar enfim um Plano Decenal do Esporte e Lazer que, de tão necessário e bem fundamentado, há de ultrapassar o calendário das diferentes gestões governamentais.
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Vai ser, em esporte, o que o Brasil já conquistou em economia: continuidade, visão estratégica, estabilidade na direção correta.
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Torçam por nós.
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Serviço:
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A Etapa Municipal da III Conferência Nacional do Esporte acontece no dia 21 de março, das 8h às 18h, no Palácio de Convenções do Anhembi.
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Na vida e nos projetos há sempre o tangível, o que se toca e mede, e o intangível, o que é do espírito, e imensurável.
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Praticar esporte. Há o que se mede, o placar, a performance, o número dos torcedores, a renda. E há o que não se mede, o prazer de brincar, de se sentir mais inteiro e mais vivo, a alegria de ganhar, as lições de quando se perde, a confraternização com os companheiros.
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Isso tudo é precioso e não se mede. Mas medir tem as suas vantagens. Medir o sucesso de um evento ou reforma de um equipamento esportivo convence mais o apoio privado, por exemplo.
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Grande parte dos eventos propostos por esta Secretaria tem contado com o convicto apoio de empresas privadas.
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E mais: já está na reta final uma pesquisa que encomendamos para a Fundação Getúlio Vargas sobre o impacto de eventos esportivos na economia de uma cidade. Só para lembrar: a Maratona de Nova York atrai para a cidade 260 milhões de dólares – num fim de semana.
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Não quero adiantar nada, mas os resultados da nossa pesquisa estão sendo tremendamente animadores. Ontem mesmo, na reuniu das 7h, integrantes da equipe da GV já acenaram com números promissores.
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Por isso, é preciso medir. Medir o impacto do esporte na saúde pública - quanto, por exemplo, a obesidade custa para o país em gastos com tratamentos de hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares? E, agora, dizem estudos, com o câncer?
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E a importância do esporte para a educação, o lazer saudável e, como fruto precioso, a segurança pública? Por que o esporte é o eterno primo pobre nos orçamentos municipais, estaduais e federais?
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Fora os benefícios que esporte não mede, como a alegria de viver e de sonhar.
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O Brasil viverá a década do esporte. Não pode, com esta perspectiva, lhe faltar argumentos, ferramentas e indicadores para justificar os investimentos.
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Faleceu ontem em São Paulo, aos 95 anos, aquele que era, na sua simplicidade, uma das figuras mais luminosas, gentis e generosas desta cidade e do Brasil: José Mindlin, empresário bem-sucedido e bibliófilo apaixonado.
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Parte do seu acervo de 38 mil livros, alguns deles tesouros raros, foi doado à USP.
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Era um ser humano doce e valente. Uma vez, como Secretário de Cultura do Estado, recusou-se a demitir o jornalista Wladimir Herzog, perseguido até a morte pela banda mais doentia e covarde da ditadura militar.
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Dizem que o livro vai acabar.
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Ora, ora. No papel ou na tela, o livro sempre foi e sempre será um mundo encantado e adormecido à espera de um olhar que o desperte para a festa de idéias, personagens e sonhos que em suas páginas oculta.
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José Mindlin desde cedo se sentiu enfeitiçado por todo esse universo de informação, reflexão e liberdade que o livro significa.
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Por isso, obrigado, José Mindlin, por toda essa sua longa batalha pelo livro.
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Que sua grande alma esteja agora iluminada pela sabedoria mais plena.
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Fala-se dos nomes que estarão para sempre escritos no grande Livro da Vida.
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O seu é, certamente, um deles.
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1) Apresentação das conclusões e o Relatório Final do Projeto em parceria com a Fundação Getúlio Vargas
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2) Festival e Instituto CicloBR – Apresentação: André Pasqualini
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3) O que é cicloativismo – Apresentação: Renata Falzoni
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Local: Auditório do Centro Olímpico - Rua Pedro de Toledo, 1651 (Moema)